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Vivemos num Mundo estranho. Não o mundo da acção, do dia a dia. É ao Mundo dos Sentimentos a que me refiro.


pessoas on-line

sábado, janeiro 31, 2004

The End 

Este blog chegou ao fim.

Não, não é mais um impulso. Escrevo o meu último post em agradecimento a todos aqueles que passaram por cá. Foi bom ter o AAnes.

Termino, não com um sentimento de tristeza, mas porque pura e simplesmente ter o AAnes já não faz sentido.

Continuarei a escrever, sim, cada vez mais. Mas, não num blog.

A todos aqueles que me leram, o meu Obrigada.

Ana


A New Day has Come - Celine Dion

Je t'aime 

Merci.

quinta-feira, janeiro 29, 2004

Bernardo Sasseti 

Conheço o Bernardo, Bábá, como lhe chamávamos nos tempos da Costa, há muitos anos.

O Bábá é uma pessoa simples, brilhante, engraçado (mesmo fisicamente , com aquele nariz cheio de sardas e os olhos a pularem freneticamente). Lembro-me tao bem, quando fazíamos autênticas romarias para o ir ver tocar na vila, onde era sempre convidado pelas entidades que organizavam os eventos.

E era um regalo ouvi-lo tocar. "Toca tão bem o Bábá!!!!", eram as exclamações mais frequentes....

Outro dia, ao vê-lo em entrevista à Ana Sousa Dias (que prima pela simpatia e pela docilidade e o à vontade com que coloca os entrevistados), uma das minhas entrevistas preferidas (outra que me ficou como sendo das melhores, foi a da Anabela Mota Ribeiro ao Pedro Santana Lopes... Esse mesmo.Gostei de tudo, da forma como falou da Mãe (da perda), de tudo.), o sentimento de carinho e admiração que tenho pelo Bábá aumentou ainda mais. Não mudou para pior, não é nenhum pedante e continua "o Bábá" que tocava para nós na vila , na Costa, há tantos anos.

É por isso que amanhã o ver (e ouvir) tocar. Relembrar os velhos tempos.

(Mário Laginha e Bernardo Sasseti- C. Cultural Olga Cadaval)

SOMETHING SO RIGHT 



Something So Right

You've got the cool water
When the fever runs high
And you've got the look of love
Right in your eyes
And I was in a crazy motion
Till you calmed me down
It took a little time
But you calmed me down

Some people never say the words
"I love you"
It's not their style to be so bold
Some people never say the words
"I love you"
But like a child
They're longing to be told

They've got a wall in China
It's a thousand miles long
To keep out the foreigners
They made it strong
And I've got a wall around me
That you can't even see
It took a little time
To get next to me

If something goes wrong
I'm the first to admit it
The first to admit it
But the last one to know
If something goes right
Well, it's likely to lose me
It's apt to confuse me
Because it's such an unusual sight
Oh I can't get used to something so right
Something so right

Some people never say the words
"I love you"
It's not their style to be so bold
Some people never say the words
"I love you"
But like a child
I'm longing to be told

They've got a wall in China
And I've got a wall around me
It took a little time
To get next to me



Annie Lennox-"Medusa"

quarta-feira, janeiro 28, 2004

************** se............. 

*
*
*
????????
F*************************************************************
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

(post profundo. para desanuviar.)

enigma. 

WHAT LIES BENEATH?

R.I.P.

DRANGONFLY

R.I.P.

THE GIFT

R.I.P

PRATICAL MAGIC

R.I.P.

BLESS THE CHILD

R.I.P.

STIGMATA

R.I.P

Boa S-O-R-T-E 

R.

Amanhã (que é quase hoje) é quarto crescente=Prosperidade.

Prosperidade e muitas FELICIDADES.


A resposta é simples, dear Watson...... 

...PORRADINHA...
...Escreve a minha Querida Ana (Linda, já parecemos os coninhas a escrever uns para os outros, eheheh) no seu belíssimo Aanes que tal como ela está num cantinho do meu coração (Mais um momento de rara conice): "Alguns homens, deviam ser vitimas de violência doméstica todos os dias. Este pelo menos. E mais uns quantos." Concordo plenamente, pela minha parte Adoro levar porradinha de Cama... Juro, adoro quando elas têm cabedal para me dar grandes tareias na cama (Leia-se sofá, chão, casa de banho, cozinha, vão de escada, cabines telefónicas, varandas, automóveis, praias, parques de estacionamento, aviões...tanto faz, o que interessa é levar porradinha de cama, isso é que é bom...
P.S. - Linda, explica-me lá como é que tu com esse tamanho todo conseguiste chegar à cara do senhor? Estavas em cima de um banquinho de cozinha?... Boa ideia, porradinha num banquinho de cozinha...
- posted by José Carlos Soares @ 1:42 AM



Querido José Carlos Soares, boa pergunta! (baixe o som do seu televisor que está a fazer feedback deste lado, como diz a loira da cartas do Goucha!)

A resposta ao seu lindo e muitissimo bem expresso post, é a seguinte: Na vida, é tudo uma questão de agilidade. E eu sou uma miúda àgil. São 1,55m de altura cheiinhos de agilidade fisica e mental.

Como cheguei lá? Ora da mesma forma, que chegámos ao Brasil: DEI UM PULO, HOMEM!!!

Bem haja, escreva mais vezes.

O consultório está aberto desde hoje. Espero que consiga muitas clientes pró seu fétiche.

Atentamente,

Ana dos Pulinhos

GRANDA MÚSICA! (Ó TEMPO VOLTA PARA TRÁS!!!) 


I Touch Myself


I love myself I want you to love me
When I feel down I want you above me
I search myself I want you to find me
I forget myself I want you to remind me

I don't want anybody else
When I think about you I touch myself
Ooh I don't want anybody else Oh no, oh no, oh no

You're the one who makes me come running
You're the sun who makes me shine
When you're around I'm always laughing
I want to make you mine

I close my eyes and see you before me
Think I would die if you were to ignore me
A fool could see just how much I adore you
I get down on my knees I do anything for you

I don't want anybody else
When I think about you I touch myself
Ooh I don't want anybody else
Oh no, oh no, oh no

I want you I don't want anybody else
And when I think about you I touch myself
Ooh, ooh, oo, oo. ahh

I don't want anybody else
When I think about you I touch myself
Ooh I don't want anybody else

Oh no, oh no, oh no

Divinals.

Violência Doméstica 

Fala-se tanto de violência doméstica, que, confesso (com algum orgulho), que já tive um episódio destes.

É óbvio que não fui eu a vitima. Era o que mais faltava!

Passou-se há muitos anos, quando eu ainda era uma gaja rija e tinha as ideias no lugar. No meio de uma discussãozinha, que se tornou uma enorme discussão, vai de modos que tento esguelhar um murro na face do meu namorado. Ora, só não acertei com muita pena minha, diga-se, porque ele estava sóbrio e teve bons reflexos.

Digo com muita pena minha, porque só tive pena de não lhe dar mais bolachadas na fronte. Como o tempo veio a provar que ele (bem) merecia.

Alguns homens, deviam ser vitimas de violência doméstica todos os dias. Este pelo menos. E mais uns quantos.

Meninas, mexam-se, estão à espera de quê????

terça-feira, janeiro 27, 2004

Vida, Morte, Reanimação e Animação na Blogoesfera 

Não é só na "vida real" que nos são exigidos exercícios de reanimação.

Na blogoesfera, existem um número (considerável) de blogs, que estão naquela fase crucial: ou batem a bota, ou precisam urgentemente de reanimação, para poderem viver.

Outros, estão de viva saúde e recomendam-se.

Este "piqueno" intervalo que fiz para fazer a minha ronda diária, veio confirmar as afirmações anteriores.

Ele há blogs que visitava e agora já nem me lembro de ver- são os ditos coninhas/"já não há cú para isto" (bem sei, é uma frase à JCS, mas às vezes até o meu querido JCS tem razão! eheheheh), há os blogs que descobri há pouco e me dão vontade de voltar, há aqueles que leio quando tenho um tempo livre e me quero rir das atrocidades que dizem, e, claro, há aqueles que gosto mesmo.

Reanimação ou Animação?: Eis a questão, meus senhores.

Um dia eléctrico, no verdadeiro sentido da palavra. 

Fusivel estoirou= pára brisas do carro mortos= não vejo a ponta de um corno, logo, não posso andar com carro assim=logo, amanhã garagem+vírus no computador+ elevador avariado+deadline hoje+deadline amanhã+ trabalho+trabalho+trabalho

segunda-feira, janeiro 26, 2004

Drama é 

ter de passar os próximos 3 dias a arrotar os pimentos com bacalhau que comi no Lizarran, no fim da reunião.

Politicamente incorrecto? Não, apenas um facto. Porque a Vida continua, quer queiramos quer não.

E agora, back to work...

ainda me falta falar sobre a minha incursão na jardinagem.

porque é só mesmo isto que quero dizer. Do que sobra de hoje. 

A Morte e eu somos velhas amigas.

Não a estranho, nem a temo. Fascina-me.

How fragile we are 

Nos últimas dias tenho sido confrontada com a fragilidade humana. Fisica e emocional. Por isso, a frase desta linda música não me tem saído da cabeça. How fragile we are.

Uns de nós teimam em partir, outros querem continuar,mas têm de lutar para continuar, pois, nesses casos, a existência depende apenas do nosso "envelope" que é o nosso corpo. How fragile we are. A nossa "carta"- alma/ emoções- dentro do envelope, essa quer continuar. Para desespero do envelope e de todos os que o amam.

Às vezes, é a carta que tem algo escrito ,que, para nós é indecifrável. Para os outros também, pelos vistos. Pois , somos incapazes de ler e compreender o que lá está escrito. Se é um SOS, se é um grito a pedir ajuda, se é um "desisto!", se é um "não posso mais", ou um "não suporto, não quero mais". How fragile we are.

Não por não estarmos atentos, preocupados ou por não amarmos. É que, simplesmente, é impossível termos a verdadeira dimensão do que as cartas dos outros dizem. O que as almas dos outros dizem. E como guardam bem esses conteúdos, por vezes!

HOW FRAGILE WE ARE.

HOW FRAGILE.

domingo, janeiro 25, 2004

FRAGILE 


Fragile

If blood will flow when fresh and steel are one
Drying in the colour of the evening sun
Tomorrow's rain will wash the stains away
But something in our minds will always stay
Perhaps this final act was meant
To clinch a lifetime's argument
That nothing comes from violence and nothing ever could
For all those born beneath an angry star
Lest we forget how fragile we are

On and on the rain will fall
Like tears from a star like tears from a star
On and on the rain will say
How fragile we are how fragile we are

On and on the rain will fall
Like tears from a star like tears from a star
On and on the rain will say
How fragile we are how fragile we are
How fragile we are how fragile we are


"Nothing Like The Sun"- Sting

sábado, janeiro 24, 2004

Pois é, J. 

Apreensão e Cansaço.

Cocktail bombástico.

HELMUT NEWTON 

Um dos meus fotógrafos de eleição.

Mais uma baixa de peso. Hoje, em LA.

Vou rever o seu "Helmut Newton Work" (Taschen).


IOnOnE

sexta-feira, janeiro 23, 2004

Um excelente site 

www.occultopedia.com

Piero di Cosimo 

Um dos meus pintores preferidos.



Allegorical and mythological paintings by PIERO DI COSIMO